the drop out
O desenvolvimento do mercado digital proporciona a criação de novas tecnologias ligadas à internet tem e, tem exigido, cada vez mais, profissionais capazes de operá-las. O resultado é o surgimento de oportunidades de trabalho impensáveis há anos atrás, como gerentes de redes sociais, designers de interação, analistas de rede e profissionais de marketing de busca, entre outros, mostra reportagem de Paula Dias, publicada neste domingo pelo caderno "Boa Chance" do GLOBO.
De acordo com a reportagem, os candidatos formados em computação, administração e comunicação social, que podem atuar em áreas como marketing digital, e-commerce e usabilidade largam na frente nesta corrida. Mas profissionais de outros campos do conhecimento também encontram espaço.
- Formação é importante, mas não é tudo. É preciso gostar e entender de internet - avisa Gustavo Loureiro, coordenador do curso de pós-graduação em marketing digital do Instituto Infnet, que prepara pessoal para as áreas de design gráfico digital e tecnologia da informação.
Quem tem um blog e gosta de navegar por Twitter, Facebook e Orkut, pode, inclusive, pensar em se candidatar a uma vaga de gerente de redes sociais. Foi o que fez Roberto Loureiro, de 37 anos, funcionário da Tecnisa - companhia paulista de construção civil. Além de alimentar essas ferramentas com conteúdo institucional, ele monitora o que os internautas comentam sobre a empresa na rede:
- Entrei como analista e, aos poucos, convenci meu chefe da importância de criar essa função. Mais do que alimentar as redes sociais, realizo um trabalho de atendimento ao usuário, que elogia, reclama e tira dúvidas pela internet, conta ele.
Pelo visto, ótima reportagem no O Globo de amanhã
:D
Com uma grande ajuda da tecnologia, a beatlemania tenta voltar. Dia 9 de setembro serão lançados mundialmente uma nova versão de todo o catálogo do grupo - pela primeira vez remasterizado digitalmente - e o game "The Beatles: Rock Band". Se o primeiro item, com 14 títulos, deverá fazer com que velhos aficionados mais uma vez troquem suas coleções, o segundo tem o potencial de atrair nova legião de fãs para o quarteto, principalmente entre adolescentes, tradicionalmente o público que faz a diferença na indústria do disco.
Atualmente, a venda digital de música para jogos eletrônicos (como os populares "Guitar Hero" e "Rock Band") já supera a do iTunes, o principal site de donwload legal no mundo. Esse, aliás, era um filão no qual os Beatles vinham comendo mosca. Por divergências com a Apple - até hoje, eles não engoliram o fato de a empresa de computadores americana usar o mesmo símbolo de sua gravadora, a maçã ("apple") -, as músicas do grupo não são comercializadas no iTunes.

Enquanto isso, no Brasil, a febre beatle se manifesta de outra forma. Para comemorar os 40 anos de "Abbey Road" - o último disco de estúdio do grupo -, o selo Discobertas lança, também em setembro, três CDs-tributo, com diferentes artistas recriando tudo o que os Beatles gravaram em 1969.
Além de revisitar na íntegra "Abbey Road" - nas vozes de, entre outros, Joyce, Silvia Machete, Matanza, Autoramas, Frejat, Milton Nascimento (num "dueto póstumo" com Elis Regina) -, o pacote traz canções nunca gravadas oficialmente, até então disponíveis apenas em versões piratas.
Mas será que existe beatlemaníaco para tudo isso? E de 2012, quando outra efeméride começa - os 50 anos da estreia discográfica do quarteto de Liverpool -, o que esperar?
Homenagem do Google à morte de Michael Jackson.
Testando a integração do Tumblr com o Posterous.
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